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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Imunologia nas Escolas

Segue um vídeo mostrando o belíssimo trabalho do INCT de Imunologia intitulado "Imunologia nas Escolas". A equipe, liderada por Verônica Coelho, se dispôs a discutir a imunologia em uma escola estadual de São Paulo. Os alunos do ensino médio foram apresentados à ciência e à pesquisa, tendo como exemplos situações comuns: catapora, HIV, teste de gravidez e assim por diante. Mais um exemplo de como os cientistas podem (e devem) divulgar seu trabalho e, ao mesmo tempo, incentivar a busca pelo conhecimento. Vejam, no final, a resposta por parte dos estudantes.
Parabéns!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Reunião Anual do iii-INCT 2010

A reunião do iii-INCT este ano ocorrerá a partir de amanhã.
Veja a programação:


sábado, 7 de agosto de 2010

Notícias do iii-INCT



Comunicado importante: reuniăo do iii-INCT será em setembro
Entre os dias 20 e 22 de setembro o iii-INCT irá promover sua segunda reuniăo geral (considerando a reuniăo do Instituto do Milęnio, em 2007, em Itapecerica da Serra/SP). Dessa vez, a reuniăo será no Centro de Convençőes Rebouças, em Săo Paulo/SP. Leia mais.
Projeto do iii-INCT é apresentado na SBPC
O projeto “Imunologia nas Escolas”, coordenado pela plataforma de Ensino e Interaçăo com a Sociedade do iii-INCT, foi apresentado no 2ş Salăo Nacional de Divulgaçăo Científica que aconteceu durante a 62ş Reuniăo Anual da SBPC, em Natal/RN.Leia mais.
INCTs se reúnem para debate
Na 62Ş Reuniăo Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Cięncia (SBPC), que ocorreu entre 25 e 31 de julho, em Natal ((RN), um grupo de cinco INCTs promoveu o Encontro dos INCTs. A iniciativa teve como objetivo reunir coordenadores e participantes dos institutos para discutir temas como gestăo e divulgaçăo científica. Leia mais.
Gargalos nacionais
A International AIDS Vaccine Initiative (IAVI) produziu em conjunto com a Associaçăo Brasileira de Pós-Graduaçăo em Saúde Coletiva (ABRASCO) e outro parceiros brasileiros um relatório que identifica os gargalos que dificultam a produçăo de uma vacina contra o HIV no Brasil. Leia mais.

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

iii e a influenza A (H1N1)

Vírus ainda não é tão letal, dizem especialistas

Os pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Investigação em Imunologia (iii-INCT) decidiram expor a opinião da instituição sobre o vírus Influenza A (H1N1), como forma de contribuir para o debate científico e social.


Veja o texto abaixo:

Inconsistência no número de casos

Uma das questões que vem intrigando a população é o desencontro dos números de infectados e vítimas divulgados pela mídia. Desde o início do surto, diversos boletins emitidos por governos locais e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) não se mostram consistentes com números divulgados anteriormente. Qual seria a razão disso? Segundo o infectologista Esper Kallás do iii-INCT e da Faculdade de Medicina da USP, as principais causas são a dificuldade de fazer o diagnóstico e a definição de caso.

No Brasil, por exemplo, os kits para identificar o vírus só chegariam hoje (06/05) ao país, segundo o Ministério da Saúde, e, apesar do esforço dos laboratórios responsáveis pelas análises das amostras, ainda não se chegou a nenhuma conclusão definitiva utilizando os métodos disponíveis, que são mais lentos. A exata definição de caso, ou seja, quais seriam as principais características clínicas da gripe, ainda não foi concluída e pode mudar de um país para o outro, levando a OMS a procurar padronizar a definição. Daí é possível entender porque um país pode divulgar que tem menos casos confirmados da doença do que informou no dia anterior. Para o Brasil, o atraso na chegada dos kits para realizar o diagnóstico pode também prejudicar o combate ao vírus, já que a demanda pelos kits pode ser maior do que a oferta, o que atrasaria ainda mais a definição dos dados sobre a incidência real da doença no país.

Risco de pandemia

O risco de uma pandemia existe, concordam os especialistas do iii-INCT. A possibilidade de conter a disseminação do vírus talvez tenha sido perdida há algumas semanas, quando os primeiro casos foram identificados. Segundo Kallás, a principal questão agora é conseguir definir se ele sofrerá mutações e aumentará sua agressividade, embora os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontem para isso. Entretanto, ainda não há clareza ainda sobre qual será a evolução do vírus.

Riscos para a população

Os pesquisadores lembram que a maior parte das mortes foi registrada no México, país que possui um sistema de saúde deficiências relevantes, e o vírus tem apresentado uma letalidade baixa no contexto dos sistemas de saúde mais bem estruturados. O risco, alerta o epidemiologista Francisco Bastos do INCT e da Fiocruz – RJ, será o vírus se disseminar pelos países em desenvolvimento durante o inverno, como na África do Sul ou o Quênia, por exemplo, quando a população fica mais concentrada em ambientes pequenos, criando focos potenciais de transmissão num quadro de alta prevalência de outras doenças, como a AIDS, a tuberculose e a malária, além da prevalência relativamente elevada de desnutrição.

Os pesquisadores do iii-INCT também acreditam que esta é uma oportunidade para exercitar e avaliar a capacidade da mídia de informar o público em casos de epidemia.

Vacina

Finalmente, a pesquisadora Ana Maria Moro, do iii-INCT e do Instituto Butantan, que a instituição irá se envolver na produção da vacina contra o vírus influenza A (H1N1), utilizando a fábrica que foi construída para a produção da vacina regular da influenza.