sexta-feira, 22 de junho de 2012
Mulheres na Ciência
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
What Scientists Can Be Greatful For
"- What are you thankful for?"
Para a qual o mesmo mandou a seguinte resposta": "- I am thankful for the world." De fato, se é necessário verbalizar aquilo que você realmente quer agradecer, nada mais genial e generoso do que agradecer pela existência do mundo. Afinal, todo o resto está contido nesta unidade.
Mas o autor também levanta a seguinte pergunta: na época de Ação de Graças, agradecemos pela família, pelos amigos, etc, etc mas e a ciência? Alguém se lembra de agradecer pela ciência?
O artigo então apresenta uma lista de pontos pelos quais devemos, realmente, ser gratos:
A lista é boa mesmo mas seguem abaixo os meus top five:
"- We are thankful for the teachers who have mentored us and filled us with a sense of wonder about science.
- We are thankful for that one colleague who knows statistics. There’s always one.
- We are thankful that we no longer have to conclude our findings with “because the Church says so” or “because of an imbalance in the four vital humours.”
- We are thankful to the peers who review all of the peer-reviewed papers in the world, except when they ask us to perform additional experiments, because then they’re just being ignorant morons with stupid faces.
- But most of all, we are thankful that we get to spend our careers asking and answering interesting questions -- even when those answers only spawn more questions, and even when those questions are: “Why are the data so messed up?” or “Why didn’t the controls work again?” We are thankful for the opportunity to lead lives of investigation and discovery."
quarta-feira, 23 de março de 2011
Recuperando-se de erros no Pós doc

Post de Lucas Nogueira (UFSC/UCB)
Publicado recentemente na sessão Science Careers do periódico científico Science, o artigo “Recuperando-se de erros no Postdoc” levanta um questionamento interessante sobre erros de postura cometidos por postdocs durante essa fase essencial do treinamento científico. É oportuno ressaltar, entretanto, que existem dois tipos de erros nesse contexto: (i) o erro de entrar no postdoc por pessoas que encaram essa fase como um emprego temporário; (ii) os erros cometidos por pessoas que realmente estão investindo em uma carreira científica somando-se aos erros induzidos pelo próprio sistema. Nesse último aspecto, as Instituições e os investigadores principais (ou os principais responsáveis) são fundamentais. A primeira porque não apresenta programas de aconselhamento ou atividades relacionadas ao desenvolvimento da carreira como workshops sobre como escrever um projeto, falar em público etc; e o segundo porque é produto do próprio sistema: é “produzido” um pesquisador only, ou seja, sem habilidades fundamentais em gestão laboratorial e orientação de estudantes. Dessa forma, o postdoc é visto como um Senior Employee, inclusive no Brasil, não existindo programas específicos de aconselhamento que no final irão promover a formação de PIs com habilidades de gestão, orientação e pesquisa. O artigo contempla a opinião de postdocs e especialistas em educação. Alguns dos principais comentários seguem abaixo:
“O melhor que você pode fazer num postdoc é o que gosta”
“Quano aceitar uma bolsa de postdoc, tenha certeza de que está indo pelas razões certas”
“Eu estava muita entusiasmada sobre a possibilidade de ter um trabalho que não pensei em perguntar como as pessoas no geral se sentiam no laboratório.”
“Alguns ficam muito tempo como postdocs pela falta de plano de carreira” (Elaborar um plano de carreira é fundamental)
“Toda noite quando chegar em casa se pergunte se o que fez durante o dia irá contribuir para o desenvolvimento da sua carreira. Se todo dia a resposta for nada, então você precisa tomar uma atitude”
“Se você se deparar com uma situação insustentável, se pergunte se é do seu interesse ficar no laboratório. Identicar o problema o quanto antes é crucial, pois é melhor perder um ano do que cinco.”
“Escolha o seu orientador com muito cuidado” ( Nesse ponto eu sugiro a criação da carta de recomendação para orientadores, por que não?)
“Os grandes laboratórios podem não ser um bom lugar para o crescimento profissional”.
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