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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Inovação Tecnológica no Brasil

Ainda da série enrolation, não chega a ser um post, apenas um estímulo para a leitura de dois artigos recentes:
The Economist publicou, no dia 18.11, The Brazilian model. Brazil needs to be more innovative to fulfil its promise of being the “country of the future” (aqui). 
"Brazil spends a paltry 1.1% of its GDP on research and development compared with 1.4% in China and 3.4% in Japan. Last year Brazil fell 18 places in Insead’s annual innovation index, from 50th to 68th. Worse still, its ratio of basic-product to manufactured-product exports was the highest since 1978. These figures confront Brazilians with a troubling question. Can their country become an innovator in its own right, or is its recent growth little more than a by-product of China’s appetite for commodities?"
por outro lado
"Some of Brazil’s commodity giants have also managed to add brains to muscles. Petrobras is a leader in deep-sea oil production. Farmers have presided over a productivity revolution with the help of Embrapa, a government-funded research corporation. Brazil is a leader not just in producing biofuels,..."
O outro artigo "Dilma e a inovação tecnológica", de Fernando Machado, foi publicado n'A Tarde (não tenho o enlace). Seguem dois trechos:

e

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Transformar o Brasil em potência científica e tecnológica, programa do governo Dilma Rousseff para C&TI

Do Jornal da Ciência online (aqui):
A nova presidente do Brasil venceu o segundo turno das eleições, realizado no dia 31 de outubro, com 56% dos votos.

A proposta para o programa de governo "Ciência, Tecnologia e Inovação", divulgada no site www.dilma13.com.br , detalha 13 compromissos de governo e aponta diretrizes e ações para alcançá-los.



- Valorização da dimensão sustentável, por meio da integração efetiva entre o desenvolvimento científico e tecnológico e as questões sociais e ambientais;

- Aprofundamento da dimensão científica, com apoio à pesquisa científica como eixo estruturante do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI);

- Promoção da inovação como peça central no desenvolvimento econômico;

- Integração entre CT&I e a dimensão educacional, com educação de qualidade em todos os níveis;

- Incremento da dimensão social na política de CT&I;

- Novo olhar à dimensão territorial, tendo como paradigma a desconcentração e a descentralização do sistema de CT&I;

- Financiamento robusto e com continuidade, visando atingir, até 2014, os 1,8% do PIB, para gastos com P&D;

- Busca da autonomia com inovação tecnológica, de forma a garantir uma maior inserção do Brasil na sociedade do conhecimento, apoiada na formação de uma massa crítica de educadores e pesquisadores;

- Reafirmação da soberania nacional, pelo desenvolvimento científico e tecnológico com independência nas atividades de pesquisa e com uma visão planetária, pacifista e criativa;

- Ampliação da democratização e participação na sociedade brasileira e na gestão pública;

- Constituição de uma nova ordem legal e redução da burocracia, levando a uma profunda revisão dos marcos legais;

- Promoção do acesso amplo da população brasileira às tecnologias da informação e comunicação (TICs);

- Garantia de que C&T serão alicerces de políticas ambientais.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Ciencia, Tecnologia e Inovação: Universidades e Centros de Pesquisa

Coloco abaixo minha apresentação, dia 31.03.2010, na Mesa Redonda: Ciencia, Tecnologia e Inovação: Universidades e Centros de Pesquisa do evento "Pensar a Bahia", promovido pela Secretaria de Planejamento do Estado da Bahia.



Para ver diretamente no YouTube, clique aqui.

quinta-feira, 18 de março de 2010

O Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação


Veja abaixo os diapositivos da minha apresentação na Conferência Estadual de Ciência Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia, feita ontem (17.03.2010).

Durante a apresentação, salientei três pontos:

  • Há aumento continuado de recursos no sistema nos últimos anos, mas é preciso desburocratizar a gestão de pessoal da área de CTI e das importações, para melhor utilização dos recursos disponíveis;
  • Há, ainda, grande necessidade de expansão da formação de doutores e devem ser estimuladas as formações adequadas para a inserção nas empresas, além de outros perfis;
  • Necessidade de estímulo à expansão, com melhora qualitativa, do produção científica nacional.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Prêmios para acadêmicos que desejem resolver problemas do mundo real


O título da chamada para propostas contém uma ironia de quem não compreende que a ciência é a poesia da realidade. A despeito disto, contém uma mensagem importante: muitos dos cientistas atuais estão genuinamente interessados em resolver problemas que afetam a sociedade de forma mais direta? Creio que o perigo, em certas épocas, é justamente o contrário, focar tanto nos problemas muito imediatos e negligenciar um avanço do conhecimento que será extremamente relevante no médio e longo prazo.
Indo realmente, para a chamada, se trata da forma como a plataforma de inovação denominada One Billion Minds busca aproximar acadêmicos que trabalham na solução de problemas com empresas e organizações sem fins lucrativos. A idéia é desafiar estudantes e pesquisadores/inovadores de qualquer lugar do mundo através de prêmios. O foco, como o nome indica, é a solução de problemas do mundo real e podem ser soluções pequenas ou de grande porte. Os prêmios incluem recursos financeiros, reconhecimento e oportunidades de emprego.
“In public beta as of September 2009, One Billion Minds is on a mission to change the world by unleashing the power of a billion minds on challenges in the areas of design, engineering, science, business, technology and social innovation. Something to get involved in to make that happen?”
Veja o site ou faça contato.