sexta-feira, 12 de abril de 2013
CNPq prepara ‘Portal do Emprego’ para recém-formados
segunda-feira, 18 de março de 2013
Mulheres bolsistas de produtividade em pesquisa conquistam direito
segunda-feira, 25 de junho de 2012
CNPq divulga diretrizes básicas para integridade na atividade científica
- O autor deve sempre dar crédito a todas as fontes que fundamentam diretamente seu trabalho.
- Toda citação in verbis de outro autor deve ser colocada entre aspas.
- Quando se resume um texto alheio, o autor deve procurar reproduzir o significado exato das idéias ou fatos apresentados pelo autor original, que deve ser citado.
- Quando em dúvida se um conceito ou fato é de conhecimento comum, não se deve deixar de fazer as citações adequadas.
- Quando se submete um manuscrito para publicação contendo informações, conclusões ou dados que já foram disseminados de forma significativa (p.ex. apresentado em conferência, divulgado na internet), o autor deve indicar claramente aos editores e leitores a existência da divulgação prévia da informação.
- Se os resultados de um estudo único complexo podem ser apresentados como um todo coesivo, não é considerado ético que eles sejam fragmentados em manuscritos individuais.
- Para evitar qualquer caracterização de autoplágio, o uso de textos e trabalhos anteriores do próprio autor deve ser assinalado, com as devidas referências e citações.
- O autor deve assegurar-se da correção de cada citação e que cada citação na bibliografia corresponda a uma citação no texto do manuscrito. O autor deve dar crédito também aos autores que primeiro relataram a observação ou ideia que está sendo apresentada.
- Quando estiver descrevendo o trabalho de outros, o autor não deve confiar em resumo secundário desse trabalho, o que pode levar a uma descrição falha do trabalho citado. Sempre que possível consultar a literatura original.
- Se um autor tiver necessidade de citar uma fonte secundária (p.ex. uma revisão) para descrever o conteúdo de uma fonte primária (p. ex. um artigo empírico de um periódico), ele deve certificar-se da sua correção e sempre indicar a fonte original da informação que está sendo relatada.
- A inclusão intencional de referências de relevância questionável com a finalidade de manipular fatores de impacto ou aumentar a probabilidade de aceitação do manuscrito é prática eticamente inaceitável.
- Quando for necessário utilizar informações de outra fonte, o autor deve escrever de tal modo que fique claro aos leitores quais ideias são suas e quais são oriundas das fontes consultadas.
- O autor tem a responsabilidade ética de relatar evidências que contrariem seu ponto de vista, sempre que existirem. Ademais, as evidências usadas em apoio a suas posições devem ser metodologicamente sólidas. Quando for necessário recorrer a estudos que apresentem deficiências metodológicas, estatísticas ou outras, tais defeitos devem ser claramente apontados aos leitores.
- O autor tem a obrigação ética de relatar todos os aspectos do estudo que possam ser importantes para a reprodutibilidade independente de sua pesquisa.
- Qualquer alteração dos resultados iniciais obtidos, como a eliminação de discrepâncias ou o uso de métodos estatísticos alternativos, deve ser claramente descrita junto com uma justificativa racional para o emprego de tais procedimentos.
- A inclusão de autores no manuscrito deve ser discutida antes de começar a colaboração e deve se fundamentar em orientações já estabelecidas, tais como as do International Committee of Medical Journal Editors.
- Somente as pessoas que emprestaram contribuição significativa ao trabalho merecem autoria em um manuscrito. Por contribuição significativa entende-se realização de experimentos, participação na elaboração do planejamento experimental, análise de resultados ou elaboração do corpo do manuscrito. Empréstimo de equipamentos, obtenção de financiamento ou supervisão geral, por si só não justificam a inclusão de novos autores, que devem ser objeto de agradecimento.
- A colaboração entre docentes e estudantes deve seguir os mesmos critérios. Os supervisores devem cuidar para que não se incluam na autoria estudantes com pequena ou nenhuma contribuição nem excluir aqueles que efetivamente participaram do trabalho. Autoria fantasma em Ciência é eticamente inaceitável.
- Todos os autores de um trabalho são responsáveis pela veracidade e idoneidade do trabalho, cabendo ao primeiro autor e ao autor correspondente responsabilidade integral, e aos demais autores responsabilidade pelas suas contribuições individuais.
- Os autores devem ser capazes de descrever, quando solicitados, a sua contribuição pessoal ao trabalho.
- Todo trabalho de pesquisa deve ser conduzido dentro de padrões éticos na sua execução, seja com animais ou com seres humanos.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
CNPq propõe conjunto de diretrizes éticas para pesquisa
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) definiu um conjunto de diretrizes para promover a ética na publicação de pesquisas científicas e estabelecer parâmetros para investigar eventuais condutas reprováveis. O documento com as diretrizes já está pronto, mas ainda não foi divulgado. No entanto, o coordenador da comissão responsável pelo texto, Paulo Sérgio Beirão, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), enumerou ao jornal O Estado de São Paulo os principais pontos da iniciativa.
Segundo Beirão, o CNPq constituirá uma comissão permanente para difundir informações sobre pesquisa ética, principalmente sob o ponto de vista da publicação científica. O mesmo grupo analisará as denúncias que chegam ao órgão.
O texto proposto pela comissão tipifica quatro condutas ilícitas. Por um lado, a falsificação e a fabricação de resultados. Por outro, o plágio e o autoplágio - definido como a republicação de resultados científicos já divulgados como se fossem novos, sem explicitar a publicação prévia. Também condena a inclusão de autores que só emprestaram equipamentos ou dinheiro, sem colaborar intelectualmente com o artigo científico.
As novas regras preveem que as denúncias de infrações serão submetidas a um juízo prévio da comissão permanente do CNPq. Se forem julgadas verossímeis, o órgão criará uma comissão extraordinária de especialistas para analisar o caso. "A investigação não caberá à instituição onde o cientista trabalha", explica Beirão. "Queremos garantir a imparcialidade."
As punições para os delitos mais graves incluem a suspensão de bolsas e, eventualmente, a exigência de devolução do dinheiro investido pelo CNPq na pesquisa. "Não podemos demitir ninguém. Somos uma agência de fomento: o máximo que conseguimos fazer é cortar a linha de financiamento", aponta o pesquisador da UFMG.
A comissão foi criada em maio, depois de uma denúncia de fraude que envolveu pesquisadores da Unicamp.
Fonte: Jornal da Ciência
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Uma análise da LeishVacina em 2010. Apresentação de Aldina na reunião do CYTED.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Projetos para promover a integração entre a indústria e o SUS terão R$ 10 milhões
Segmento Farmacêutico: Destinação Terapêutica ou Rota de Produção de Medicamento e/ou Fármaco;
Segmento de Dispositivos médicos e Dispositivos em geral de apoio a saúde.
Prazo:
8 de novembro
Texto na página do CNPq:
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Agencias permitem acumulação de bolsa e atividades remuneradas
sábado, 24 de julho de 2010
8º Prêmio Destaque do Ano na Iniciação Científica
A premiação para a categoria Bolsista de Iniciação Científica do CNPq corresponderá:
b) bolsa de Mestrado para o primeiro colocado de cada grande área do conhecimento;
c) passagem e hospedagem para permitir a participação dos agraciados na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Plataforma Lattes do CNPq elogiada na Nature
O artigo Let's make science metrics more scientific da Nature, de 25 de março, ressalta o esforço do Brasil em aperfeiçoar a avaliação de desempenho em ciência citando a Plataforma Lattes:
"The Brazilian experience with the Lattes Database (http://lattes.cnpq.br/english) is a powerful example of good practice. This provides high-quality data on about 1.6 million researchers and about 4,000 institutions. Brazil's national funding agency recognized in the late 1990s that it needed a new approach to assessing the credentials of researchers. First, it developed a 'virtual community' of federal agencies and researchers to design and develop the Lattes infrastructure. Second, it created appropriate incentives for researchers and academic institutions to use the database: the data are referred to by the federal agency when making funding decisions, and by universities in deciding tenure and promotion. Third, it established a unique researcher identification system to ensure that people with similar names are credited correctly. The result is one of the cleanest researcher databases in existence."Ilustração do artigo da Nature
sexta-feira, 12 de março de 2010
Novo Edital do RENORBIO
CNPq concederá duas mil bolsas de apoio técnico
quarta-feira, 10 de março de 2010
CNPq concede reajuste e amplia o número de bolsas
QUADRO DE REAJUSTE DAS BOLSAS | |||
A partir de 01/março/2010 | |||
MODALIDADE | DE | PARA | % REAJUSTE |
IC e PIBITI | 300,00 | 360,00 | 20% |
Apoio Técnico - NS | 483,01 | 550,00 | 14% |
Apoio Técnico - NM | 300,00 | 400,00 | 33% |
Pós-Doutorado | 2.218,56 | 3.200,00 | 44% |
Pós-Doutorado Sênior | 3.000,00 | 4.000,00 | 33% |
PQ-1A | 1.254,00 | 1.500,00 | 20% |
PQ-1B | 1.185,00 | 1.400,00 | 18% |
PQ-1C | 1.116,00 | 1.300,00 | 16% |
PQ-1D | 1.011,00 | 1.200,00 | 19% |
PQ-2 | 976,00 | 1.100,00 | 13% |
DT-1A | 1.254,00 | 1.500,00 | 20% |
DT-1B | 1.185,00 | 1.400,00 | 18% |
DT-1C | 1.116,00 | 1.300,00 | 16% |
DT-1D | 1.011,00 | 1.200,00 | 19% |
DT-2 | 976,00 | 1.100,00 | 13% |
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Novo Pres. do CNPq: orçamento, bolsas e ciencia basica vs aplicada.
No orçamento do CNPq para este ano está previsto o aumento dos valores de bolsa PQ, segundo havia sido informado à CATC pelo Dr. Zago, ao final do ano passado. Como a FSP nada perguntou sobre isto, o assunto não apareceu.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Carlos Aragão assume a presidência do CNPq no dia 27.01
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Mensagem do Dr. Zago à Comunidade Científica
Aos membros da comunidade científica e tecnológica,
2006 | 2007 | 2008 | 2009 | |
Orçamento CNPq | 879,9 | 900,0 | 819,8 | 1.073,6 |
FNDCT | 177,2 | 226,8 | 485,6 | 469,2 |
Outras Fontes | 91,1 | 83,1 | 109,5 | 135,9 |
Total | 1.148,2 | 1.209,9 | 1.414,9 | 1.678,7 |
Zago deixa CNPq para assumir Pró-Reitoria de Pesquisa da USP
"13/01/2010 - 17:40
Após despacho na tarde desta quarta-feira (13) com o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, Dr. Zago disse que “a presidência do CNPq foi uma oportunidade para conhecer de perto o sistema nacional de Ciência e Tecnologia e participar deste momento tão especial em que o País implementa seu Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação”.
Desde junho de 2007 à frente do CNPq Dr. Zago atuou na formulação e execução de vários Programas preconizados pelo PACTI (2007-2010), dentre os quais ele destacou: a criação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) e a nova fase de ampliação do Programa de Núcleos de Excelência (Pronex), o crescimento do número de bolsas de pós - graduação e de Produtividade em pesquisa.
Ao manifestar ser uma experiência ímpar estar no CNPq, sobretudo num período em que um novo modelo de planejamento e gestão da C&T está em andamento no país, ele avaliou que a criação dos INCTs e a expansão dos Pronex refletem uma nova postura, principalmente no que se refere ao financiamento da pesquisa brasileira. “Estou certo de que participação de outros ministérios, da Petrobrás do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e, sobretudo, das Fundações de Apoio a Pesquisas (FAPs) – nos dois Programas – intensificam as atividades nessa área e a responsabilidade com o desenvolvimento regional do Sistema de C&T”.
Outra iniciativa que no entendimento do Dr. Zago merece atenção é a ampliação do número de Bolsas para a Pós-Graduação, dentre elas a Bolsa de Produtividade em pesquisa que, a seu ver, cria novas oportunidades, inclusive para jovens pesquisadores que não tinham acesso a esse financiamento público. Para ele, o crescimento da produção científica brasileira é resultado do fortalecimento do conjunto de programas e das ações focados na Pós-Graduação e do incentivo representado pelas bolsas de produtividade.
Ele lembrou, ainda, que a sistematização do calendário do Edital Universal e a criação do Prêmio Bolsa Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico, somados aos demais instrumentos, certamente, “vão ajudar o Brasil a conquistar um novo padrão de desenvolvimento científico e tecnológico”.
domingo, 12 de julho de 2009

Uma matéria da Folha de São Paulo (08/07), a partir da presença de CVs falsos na Plataforma Lattes do CNPq, insinuou que a Plataforma representava um gasto excessivo. Logo no dia seguinte, houve manifestações de membros da comunidade em apoio à Plataforma.
No dia 11/07, Rogerio Meneghini publicou artigo interessante sobre o tema. Entre outros aspectos ele diz:
“A Plataforma Lattes tem hoje mais de 1 milhão de currículos e, diariamente, são feitas dez mil atualizações. Pode-se imaginar o que a cultura brasileira de deixar ao Estado a responsabilidade de verificar a exatidão dos dados significaria em inchamento da máquina burocrática do CNPq e a decorrente subtração de recursos para a pesquisa.”
Hoje (12/07) foi publicada parte da Nota da Sociedade Brasileira de Imunologia sobre o tema:
"A Plataforma Lattes permite o acesso fácil aos currículos das pessoas envolvidas com ciência e tecnologia no Brasil. Ela representa um avanço importante na identificação de indivíduos atuantes nos diversos campos e permite um mapeamento da nossa capacidade científica. Ademais, é um mecanismo de transparência na avaliação da produção científica brasileira.
Vemos com preocupação que a credibilidade desse valioso instrumento seja questionada pela existência de fraudes. O esforço no combate às informações falsas no Lattes é feito constantemente pela própria comunidade científica -o que reforça a importância de um instrumento público de fácil acesso.
Registramos, ainda, que instrumentos de conferência automática de dados foram agregados recentemente, o que aumenta sua credibilidade. Reafirmamos a nossa confiança nas medidas que o CNPq tem tomado para reduzir os problemas detectados. Não nos resta dúvida de que a comunidade científica brasileira é formada na sua imensa maioria por indivíduos que apresentam dados corretos nos seus trabalhos e nos seus currículos."
ALDINA BARRAL, presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia (Salvador, BA)
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Em defesa da Plataforma Lattes

A Folha de São Paulo publicou ontem uma extensa matéria sobre problemas na Plataforma Lattes do CNPq. O problema é a sugestão que o sistema não tem confiança e usa muitos recursos públicos.
A Plataforma é um grande avanço para o funcionamento da ciência no Brasil.
A Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI) enviou nota à Folha de São Paulo sobre o assunto (veja trecho abaixo). É importante que outras sociedades, instituições e lideranças da comunidade manifestem a sua opinião.
Nota da SBI (trecho final):
“A necessidade da Plataforma Lattes para o adequado crescimento da ciência e tecnologia no Brasil é indiscutível. Reafirmamos a nossa confiança nas medidas que o CNPq tem tomado para reduzir os problemas detectados nas informações disponíveis sobre quem faz ciência no Brasil. Não nos resta dúvida que a comunidade científica brasileira é formada na sua imensa maioria por indivíduos que apresentam dados corretos nos seus trabalhos e nos seus curricula.”



