segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza
domingo, 27 de março de 2011
O Brasil na TV americana
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Dados mundiais interessantes na Newsweek How We Ranked the World
Forget the world cup, the Olympics, even the miss universe pageant. These are the globe’s true national champions.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Um chocolate vale mais que R$ 80 milhões

Você pagaria R$ 80 milhões por um chocolate ao dia?
É difícil imaginar que alguém fizesse isto, mesmo que esperasse viver mais de cem anos e o chocolate fosse um Godiva. Mas os leitores deste blog parecem inclinados a tanto.
A notícia sobre as vantagens do chocolate para a saúde foi visitado 71 vezes e recebeu 9 comentários. A notícia da economia de R$ 80 milhões pela Câmara dos Deputados repassada ao Ministério da Educação não recebeu qualquer comentário (nem de surpresa) nas meras 15 visitas recebidas.
Observando um blog se aprende um tanto sobre o interesse humano.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Bovespa, boas notícias

Post de Sérgio Arruda
É fato que todos os dias temos notícias que nos deixam deprimidos, em geral, aquelas sobre corrupção no Senado Federal. Mas é bom saber das boas notícias, as da economia. Veja essa noticia na Folha on line.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acumulou no primeiro semestre deste ano uma alta de 37,06%, encerrando o período aos 51.465,46 pontos. Nesta terça-feira, houve queda de 1,29%. Em junho, recuo de 3,26%.
Convertendo os valores das ações para dólares, o que permite comparação internacional, a Bovespa subiu 62% nos seis primeiros meses do ano, o que a coloca em segundo lugar no ranking da variação das Bolsas dos países do G20, segundo levantamento do UOL a partir de dados da agência de informações Reuters.
O mercado brasileiro de ações, nessa comparação, ficou ligeiramente atrás do chinês, que liderou a lista ao subir 62,8%. Os também emergentes Rússia e Índia avançaram 56,4% e 53%, sempre considerando os valores em dólares.
"Os investidores externos mostraram ter uma boa esperança em relação ao Brasil, com investimentos próximos a US$ 9 bilhões no semestre", afirma o economista-chefe da corretora Ágora, Álvaro Bandeira.
A alta da China, segundo ele, é explicada, entre outros fatores, pelo fato de o governo local ter aplicado um pacote de estímulo econômico no valor de US$ 587 bilhões, o maior do mundo em proporção ao PIB (Produto Interno Bruto).
Foi também notícia internacional o lançamento de ações da VisaNet esta semana na Bovespa. VisaNet foi maior IPO da história da Bovespa (veja mais).
Esse IPO (Initial Public Offering) VisaNet, é a prova de confiança na economia brasileira. VisaNet pertence a VISA cartões de crédito, que vem crescendo muito nos últimos anos. Lucro certo para quem comprou essas ações no primeiro dia.
Os comentários de BENJAMIN STEINBRUCH também sumarizam que a economia brasileira tem boas perspectivas.
O PIB brasileiro teve queda de 0,8% no primeiro trimestre, mas o setor de serviços, que representa 60% do produto, apresentou expansão de 0,8%. A indústria, sem nenhuma dúvida o setor mais atingido pela crise, teve recessão de 3,1% no primeiro trimestre. Mesmo dentro da indústria há resultados díspares. Setores mais voltados para o mercado interno conseguem ainda crescer, enquanto os exportadores sofrem com a queda do comércio internacional.
No comércio interno, os dados de maio também apresentam disparidades. Enquanto o sistema de proteção ao crédito da Associação Comercial de São Paulo indica variação negativa de 2,8%, as consultas ao sistema Usecheque, que revela o nível de vendas à vista, apresenta alta de 1,8%. O consumo de energia no país também registrou queda (2,3%) em maio na comparação com abril.
Na área do crédito, os empréstimos dos bancos tiveram alta de 4,54% em maio e atingiram a cifra de R$ 779 milhões. O resultado é positivo, mas as taxas de crescimento mensais ainda estão muito longe das dos dois últimos anos, quando o crédito avançou, em média, 11% ao mês.
Isso indica que o sistema financeiro ainda reluta na oferta de crédito ao setor privado. Enquanto não voltar a confiança no sistema, talvez o mundo tenha de se conformar com a estagnação ou com o crescimento modesto da economia. Felizmente, para os países emergentes, há antevisões mais otimistas. A OCDE estima para 2010 crescimentos de 9,3% na China, de 7,2% na Índia, de 4% no Brasil e de 3,7% na Rússia, ao mesmo tempo em que o mundo desenvolvido permanecerá estagnado.
O mundo viveu um longo período em que o crescimento econômico era puxado pelos países desenvolvidos. Parece que esse mundo ficou para traz. Mas, encerrada a primeira metade deste ano de crise, ninguém está seguro para fazer previsões em meio à ciclotimia e às disparidades que caracterizam o atual momento da economia mundial.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Por que os economistas erram tanto?

Post de Sérgio Arruda
A frase não é minha, mas a cada dia se confirma.
Leia o artigo com este título. De novo repetiu, erraram as previsões. O PIB do Brasil caiu somente 0,8%, no primeiro trimestre deste ano. Foi mesmo uma marolinha que chegou ao Brasil, com disse Lula. Comparada a Tsunami em outras praias.
Os economistas mais otimistas previam uma queda maior do que 3. E eles erraram de novo.
Segundo os economistas, a economia brasileira havia entrado na UTI da recessão econômica. Agora os números revelam que nem chegamos a semi-UTI. Diferente de outros países, incluindo Estados Unidos, gerador da crise, e União Européia, que foram e ainda continuam na UTI.
Na prática, muita dessa queda no nosso PIB foi gerada pelo pânico e covardia desnecessária de alguns. Claro que a Bolsa caiu, dos quase 70000 pontos para 44000, mas bolsas de valores vivem e lucram com o pânico, não é economia real.
Hoje a bolsa de SP (iBOVESPA) já recuperou, ficando nos últimos dias acima de 52000.
O Brasil aprendeu e ajustou sua economia após anos de sofrimento e empobrecimento com a inflação. A independência do Banco Central parece ser fundamental para essa estabilidade.
A crise econômica teve origem no sistema financeiro americano e se espalhou pelo sistema bancário internacional.
Diferentemente de outros países onde os caixas ficaram sem dinheiro e os depósitos nas contas zeraram. A exemplo, dos Estados Unidos e Inglaterra, obrigando os governos a cobrir o rombo, emprestando de urgência bilhões aos bancos para garantir os correntistas e evitar a falência.
Por aqui os bancos não se abalaram. E quando foi necessário o Banco Central (BC) liberou os depósitos compulsórios. Essa reserva que o (BC) mantém como garantia, provou ser eficiente em momentos como esses. Mas isso também nem foi tão necessário, pois somente pequenos bancos solicitaram
Lula no auge da crise soltou uma frase de efeito, nós do Brasil, sempre sujeitos a opiniões e conselhos econômicos de organizações estrangeiras, como FMI, Standard Poors e outros que calculam “risco” afirmou ...Os Estados Unidos faliram com risco zero. Talvez você não tenha a real concepção de quanto essas agências influenciaram investimentos e o tamanho dos prejuízos causados aos investidores e também, por anos, ao Brasil. Opiniões de economistas.
Os dados do IBGE revelam que se houve uma “recessão” ela só chegou para uma minoria, pois 60% do PIB é dado pelo setor de serviços que não caiu nos dois trimestres, pelo contrario aumentou. A massa salarial também foi 5,2% maior. O consumo das famílias que caiu 1,8% no final de 2008, agora subiu 0,7%.
Se a discussão dos economistas agora for sobre recessão já passada, confirma apenas que economistas fazem previsões olhando pelo retrovisor.
A economia é real e agora.
O Brasil emprestou U$ 10 bilhões ao FMI, Os juros SELIC foram reduzidos para 9,25%, as menores taxas da história. Temos a inflação controlada.
Temos, sim problemas e ainda muitos a corrigir, mas fazer apologia do quanto pior melhor não deve ser o discurso. Mas se for, vai ficar mal para quem o fizer.
O Brasil vai achando seu caminho. O crescimento econômico é nosso destino, mesmo com tantos obstáculos ainda pela frente.
Se você discorda dessa opinião observe... quantos carros novos, engarrafados pelas ruas, é claro, as construções surgindo de todos os lados, os shoppings e supermercados cheios. Isso é recessão?
Se desejar ouvir conselhos de economistas, tudo bem, mas lembre-se eles erram.
É melhor ler o blog escrito por quem não é economista.
------------------
Texto de Barral
Após receber o texto de Sérgio, enviado ontem, vi o artigo do Economist Ready to roll again (de hoje, Jun 11th 2009) que fala sobre a recuperação do Brasil. Inicia com uma ironia com o governo anterior. Diz que a frase “Nunca antes neste país” usada pelo Presidente irrita mais a oposição porque ele quase sempre está certo.
E termina com:
“... Brazil’s never-before situation is leading to an uncharacteristic outbreak of long-termism. Bradesco, a large bank, has started to offer 30-year mortgages, something that would have been unthinkable a short time ago. Maílson da Nóbrega, a former finance minister, expects lower interest rates to bring a rapid expansion of mortgage finance, which at present amounts to just one percent of GDP.
Good things of this kind could still be delayed by a fresh outbreak of gloom abroad. But the debate is really about when they happen, rather than if—a testament to hard-won progress.”

