sexta-feira, 28 de maio de 2010

Instituto Carlos Chagas – FIOCRUZ no Paraná

Fiz uma breve visita ao Instituto Carlos Chagas (ICC), a unidade da FIOCRUZ em Curitiba, aproveitando a estadia lá para participar do III Simpósio Sul de Imunologia. Fiquei muito bem impressionado. Os pesquisadores senior são todos reconhecidos pela excelência e a produção científica do ICC é respeitável.
O ponto mais saliente, para mim, foi a integração harmonica entre a pesquisa, desenvolvimento tecnológico e produção. Além de realizar uma pesquisa avançada, o grupo tem um interesse bem definido em levar os produtos identificados pela pesquisa até a produção. O ICC já é responsável pela produção de kits para diagnóstico viral e tem planos avançados para expandir em outras frentes.

As instalações são muito amplas e o Instituto está muito bem equipado. Além das instalações do edifício central atuais, o ICC tem um laboratório de desenvolvimento de protótipos noum prédio de uma incubadora tecnológica, logo ao lado. Também impressionante é a planta de produção que já iniciando realiza as rotinas de segurança para iniciar a produção. A planta de produção também fica ao lado do ICC. Até dezembro deverão construir um biotério e já têm o terreno e os planos para a construção de um novo edifício para ensino e administração, o que liberará mais espaço para os laboratórios de pesquisa.

Haver conseguido tudo isto em nove anos é ainda mais digno de elogios.

2 comentários:

  1. Samuel Goldenberg28 de maio de 2010 11:09

    Prezado Barral, ficamos honrados com sua visita e agradecidos pelo comentário. Logramos sucesso graças ao espirito de equipe e ao apoio da Fiocruz e do Governo do estado do Paraná representado pelo Tecpar.

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  2. Obrigado professor Barral pela avaliação positiva. Trata-se de fato de um grupo valoroso com uma mentalidade cientifica conteporanea que não ve contradições entre pesquisa (de qualidade) e desenvolvimento tecnologico e produção. Ainda estamos aprendendo como conectar de forma apropriada estas duas atividades, mas estamos convictos que o caminho é este. Não podemos aceitar passivamente a existencia deste abismo entre a academia e o setor produtivo.
    Abc,
    Mario Moreira
    Fiocruz Paraná

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